Especialização Psicanálise: técnica e teoria – Unisinos

A Escola de Estudos Psicanalíticos anuncia seu apoio à Especialização Psicanálise: técnica e teoria. Esta edição, assim como anterior, caracteriza-se por apresentar uma abordagem conceitual da práxis psicanalítica (técnica no sentido grego de saber fazer prático, artesanal e criativo) e de sua teoria (metapsicologia segundo Freud; lógica do significante segundo Lacan), de tal modo que se desdobre em um movimento dialético entre o conceito e sua práxis. A focalização no conceito, pressuposto da ciência moderna, como sendo aquele que determina a experiência e a prática e estas, por sua vez, colocam à prova aquele, especifica a proposta de uma...

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Especialização Psicanálise: técnica e teoria – Unisinos

  A Escola de Estudos Psicanalíticos anuncia seu apoio à EspecializaçãoPsicanálise: técnica e teoria. Esta edição, assim como a anterior, caracteriza-se por apresentar uma abordagem conceitual da práxis psicanalítica (técnica no sentido grego de saber fazer prático, artesanal e criativo) e de sua teoria(metapsicologia segundo Freud; lógica do significante segundo Lacan), de tal modo que se desdobre em um movimento dialético entre o conceito e sua práxis. A focalização no conceito, pressuposto da ciência moderna, como sendo aquele que determina a experiência e a prática e estas, por sua vez, colocam à prova aquele, especifica a proposta de uma relevante interface entre psicanálise, filosofia e outros saberes. A práxis psicanalítica constitui-se em uma ética, a ética da psicanálise, em razão de pautar seu saber fazer prático por aquilo que emerge no bem-dizer do analisante, indicando o caminho do desejo que o interroga incessantemente. A presente proposta reúne um corpo docente formado por psicanalistas experientes e professores renomados e se propõe articular, de modo diferenciado, o conceito (e sua história) que funda a práxis psicanalítica e esta, por sua vez, põe à prova aquele, em uma dialética em que a teoria somente alcança sua significação no ato psicanalítico. Lacan, rigoroso leitor de Freud, revolve a teoria e a clínica deste, tirando as consequências do pressuposto de que a Psicanálise pertence ao campo da ciência moderna e que seu conceito e...

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III Sinfonia

III Sinfonia movimentos do inconsciente na clínica e na teoria psicanalítica...

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ASSEMBLÉIA CIENTÍFICA DA ESCOLA DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS – XIV JORNADA

Fundamentos freudianosdo Seminário IX de Jacques Lacan A identificação – 1ª parte Data: 04 de agosto de 2018 Local: Hotel Intercity – Caxias do Sul Av. Therezinha Pauletti Sanvitto, 333 – Desvio Rizzo, Caxias do Sul – RS Na sequência de nosso trabalho com os Seminários de Jacques Lacan, o deste ano, de número IX, datado de 1961-1962, transcorreu sob a ameaça de um inquérito institucional e de excomunhão da posição de didata que o psicanalista ainda detinha. Seus avanços conceituais, sob a égide do retorno a Freud, mostravam-se conflituosos com a prática e a concepção da teoria psicanalítica...

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Seminário: por uma clínica topológica – identificações

Ministrante: Mario Fleig   A identificação (1961-1962) é o tema do seminário de Lacan, que vem na continuidade da postulação freudiana: o entrecruzamento entre a escolha de objeto e a identificação. Freud, apesar de todos os seus avanços na elucidação desta temática ao diferenciar três tipos de identificação e esclarecer como se forma neste processo o supereu, nunca ficou satisfeito com suas elaborações no tocante à identificação. Se o eu, o ego, se constitui pelas identificações, Lacan desloca a questão buscando o que funda a identificação do sujeito, o sujeito do inconsciente: o significante. Se a escolha de objeto visa a dimensão do ter, a identificação toca na problemática do ser do sujeito. Se antes a problemática da identificação remetia ao outro com quem oego se identifica, para Lacan se trata antes da relação do sujeito com o significante: que eu sou? E isso implica a questão do nome próprio. Assim, o amor do objeto e o amor de si mesmo, aparente incompatibilidade entre essas duas formas de escolha de objeto, são intercambiáveis pela postulação freudiana de um estádio falo-narcísico, e enriquecidos pela noção de amor de objeto parcial de K. Abraham. Para este, no amor objetal parcial os genitais estão excluídos, em função da intensidade com que o sujeito os investe. Ora, a fase fálica comporta uma identificação que permanece obscura, ainda que esteja em jogo precisamente a...

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