Mês: setembro 2017

Profª Andréa Gabriela Ferrari, do PPG psicanálise: clínica e cultura (UFRGS) fala sobre implantação de Indicadores de Referências para o Desenvolvimento Infantil (IRDI), nas creches de Porto Alegre

A interlocução está marcada para o dia 2 de outubro, das 19h às 21h, numa iniciativa do Grupo de Estudos do Autismo, em Caxias do Sul. Investimento: para membros e proponentes R$30,00 e para convidados R$60,00. Inscrições: Secretaria da EEP com Filomena. eepsicanaliticos@gmail.com ou pelo fone (51) 3328 4727 Participação: presencial ou...

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O nome próprio face às identificações

Seminário: Por uma clínica topológica: do esquema óptico aos grafos Ministrante: Mario Fleig     Quem sou eu? Como alguém poderia responder a esta interrogação? Ora, posto que nenhum traço predicável define um sujeito e, contudo, cada sujeito é sempre situável, podendo responder, mesmo que enigmaticamente, às três perguntas essenciais: quem sou?, de onde desejo? e o que desejo?, e através disso encontrar algo de suas identificações, resta-nos retomar o problema do nome próprio, como propõe Lacan no seminário A identificação. Sabemos que o problema do nome próprio (WOLF, 1985) é enfrentando tanto pelos lógicos, no campo da função referencial, ligado à denotação com ou sem conotação quanto pelos linguistas (por exemplo, Benveniste e Jakobson). J. S. Mill nos apresenta sua já clássica concepção do nome próprio como  um termo individual não conotativo, isto é, sem atribuição, como uma marca. Já para Frege, o nome próprio sempre é referido a um objeto. Para Russell, o nome próprio é uma word for particular, um algo e como tal se define pelo seu caráter descritivo. Ou seja, é a substituição de uma descrição. Assim, Sócrates, o que não deixa de ser paradoxal, já não pode mais ser considerado um nome próprio, dado que quando pronunciamos já não comporta nenhuma descrição de um alguém. Lacan, face ao que considera uma insuficiência das formulações sobre o nome próprio, retoma a questão nas aulas de 20.12.61 e 10.01.62...

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Aproximações clínicas nas psicoses

Argumento: Lacan afirma que a um analista não caberia recuar diante dos desafios próprios que o trabalho clínico com sujeitos psicóticos impõe. Sua ousadia nos legou a invenção de uma nova prática clínica e sua conceituação. Sabemos que a pertinência da psicanálise não se restringe à neurose, visto que Freud com Fliess e Lacan com Aimée nos demonstram que a clínica das neuroses aconteceu e somente foi possível graças a sua ligação imanente com a paranoia. Assim, Lacan foi quem soube extrair do texto freudiano sobre Schreber o mecanismo que nomeou de forclusão, próprio dos destinos tão diversos dos sujeitos psicóticos. Desta invenção se seguiram muitos avanços, tanto na conceituação do que constitui a estrutura das psicoses quanto no tocante ao trabalho com psicóticos. Ministrantes: Martha Brízio; Mario Fleig Data: Sexta-feira, às 18h30min; 15/09, 20/10, 17/11 Modalidades de participação: presencial ou semipresencial (Skype) Local: Rua Miguel Tostes, 949, sala I – Bairro Rio Branco, P. Alegre Investimento: Seminário avulso: R$ 100,00 Inscrições: eepsicanaliticos@terra.com.br, fone 051...

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